As expectativas de crescimento da área agriculturável no Brasil vêm aumentando a cada safra. Os mais otimistas colocam o país como o maior exportador agrícola em uma década, por conta de uma perspectiva de crescimento das áreas de plantio de 1,5% ao ano. O agronegócio vai crescer, e, para isso, o espaço também precisa se adaptar para o aumento da produtividade.

Porém, existe um fator que colaboraria com a diminuição dessas áreas, a recomposição das áreas de reserva a fim de cumprir as exigências do Código Florestal. A saída apresentada pelo especialista em agronegócio da Gazeta do Povo, José Rocher, é a melhor utilização das áreas de pastagens, bem como as áreas degradadas, ou seja, mal utilizadas.

– São em extensos campos degradados, mal cobertos de gramíneas, que estão oportunidades para a agricultura, a recomposição da mata e inclusive a ampliação da pecuária – salienta, Rocher, com base em estudo da consultoria Agroícone.

Foto: Hugo Harada (Gazeta do Povo)

Foto: Hugo Harada (Gazeta do Povo)

Segundo o estudo, houve uma diminuição de 4 milhões de hectares de pastagens, principalmente em regiões tidas como núcleos de produção agrícola, como Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Com isso, Rocher estabelece dois cenários possíveis para utilização de áreas cultiváveis:

O primeiro seria a menor expansão da área agrícola e melhor aproveitamento das pastagens. Isso acarretaria numa diminuição de 6,9 milhões de hectares do agronegócio, passaria de 238,2 milhões para 231,3 milhões de hectares.

O segundo, e mais otimista, considera a maior expansão das áreas cultiváveis e o menor encolhimento das áreas de pecuária, o que daqui 10 anos representaria um incremento de 15 milhões de hectares somando agricultura, pastagens e florestas cultivadas. Confira os detalhes no infográfico abaixo.

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