Apesar das expressivas quedas nos preços do milho no mercado internacional, o dólar elevado ajuda o grão brasileiro a se manter competitivo. Levantamentos do Cepea mostram que o ritmo de negociação – e a maior parte tem sido para exportação – está acelerado e a manutenção da competitividade deve estimular novas operações.

Esse cenário, por sua vez, sustenta os preços do cereal neste período de pico da colheita da segunda safra recorde. Na sexta-feira, 31, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), fechou a R$ 25,93 a saca de 60 kg, alta de 1,77% no acumulado de julho. Se considerados os negócios também em Campinas, mas com prazos de pagamento descontados pela taxa de desconto NPR, a média à vista foi de R$ 25,49 por saca, aumento de 1,8%.

 

Fonte: Cepea