Os produtores da região Sul têm sofrido as consequências das fortes chuvas que atingem a área nos últimos meses. Para os agricultores familiares produzirem com mais tranquilidade, sabendo que terão ressarcimento em eventuais perdas na lavoura, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) disponibilizou o Seguro da Agricultura Familiar (Seaf).

O Seguro é contratado junto às operações de custeio agrícola do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Para ter este benefício, o agricultor paga uma taxa de 3% sobre o valor segurado para lavouras irrigadas, e na região semiárida a taxa é de 2%. É possível recorrer ao seguro se as perdas forem superiores a 30% e se não houver irregularidades na lavoura. Para solicitar é necessário ir ao banco e informar o sinistro, fazendo uma Comunicação de Ocorrência de Perda (COP). Após isso, é só aguardar a vistoria da lavoura por um técnico.

É importante que o agricultor tenha em mãos os documentos básicos para o seguro: contrato de financiamento, orçamento do crédito, croqui da lavoura, análises de solo e notas fiscais dos insumos adquiridos. O coordenador do Seaf, da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF/MDA), José Carlos Zukowski, atenta para alguns cuidados básicos que o produtor precisa tomar para não perder a cobertura do seguro:

– A vigência do seguro termina com a colheita ou com o fim da época de colheita. A produção não deve ser deixada sem colher, sofrendo riscos de perda por chuvas, pragas, doenças e outros eventos adversos – explica Zukowski.

 

Fonte: MDA